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Introdução

Definição

Infecção do tracto gastrointestinal (estômago e intestino)

Frequência

Abaixo dos 3 anos é de 0,5 a 1,9 episódios por criança por ano na Europa.

Causa

Na maioria dos casos causada por um vírus.

Sinais e sintomas

Vómitos, náuseas, diarreia (mais de 3 dejecções por dia com ou sem diminuição da consistência das fezes), dor abdominal e por vezes febre. Nos primeiros meses de vida, uma alteração da consistência das fezes pode ser mais indicativo de diarreia do que o aumento do número de dejecções.

O que fazer

Regra geral, não é necessária a utilização de meios complementares de diagnóstico. Na suspeita de complicações (desidratação ou desequilíbrio de iões no sangue) pode estar indicada realização de análises.

Tratamento

O mais importante é manter a hidratação com soro de hidratação oral (venda livre na farmácia). Após cada vómito, deve esperar-se 20 minutos até reiniciar hidratação oral. Uma colher de chá (aproximadamente 5 mL) em cada 5 minutos. Por cada vómito é necessário compensar com 5mL e por cada dejecção com 15 ml de líquido.

Caso não seja possível hidratação oral, pode estar indicada hidratação com soro endovenoso em meio hospitalar.

Dieta sem gorduras e sem açúcar. Os refrigerantes e bebidas com gás devem ser evitados.

Pode ser administrado leite e não é necessário diluí-lo (a menos que a diarreia tenha duração superior a 4 semanas).

Evolução / Prognóstico

Tem uma duração igual ou inferior a 7 dias.

A principal complicação é a desidratação.

Deve suspeitar de desidratação na presença de qualquer um dos seguintes sintomas:

  • Olhos secos e choro sem lágrimas;
  • Boca seca;
  • Muitas horas sem urinar, fralda seca;
  • Sonolência, falta de reactividade;
  • Mãos e pés frios;
  • Perda de peso superior a 3%;

Na suspeita de desidratação deve dirigir-se com o seu filho de imediato ao hospital.

Prevenção / Recomendações

Lavagem das mãos é a principal medida para evicção da propagação.

Maior risco em crianças com menos de 1 ano ou com patologias crónica. Nestes casos há maior risco de desidratação, pelo que deve haver vigilância mais apertada.

As informações da Pedipedia não substituem nem devem adiar a consulta pessoal com um profissional de saúde qualificado.

Mais informações.

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